segunda-feira, 18 de junho de 2007

A DOR DO SILÊNCIO

A dor do silêncio me traz mementos De sua doce voz, a me tornar refém A me fazer sorrir em todos os momentos Sem medo, sem lágrimas, sem réquiem.
A dor do silêncio agora jaz aqui Naquela flor tão morta, tão calma Pedindo um choro qualquer para si Sem pompa, sem vela, sem trauma.
A dor do silêncio desatina a sede Da vida humana...o líquido carmesim! O sangue mortal cai em minha rede Sem culpa, sem volta, sem fim.
A dor do silêncio se faz presente Saudades da luz que tive um dia Pois vago nas trevas eternamente Sem vida, sem morte, sem poesia.

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Maiúscúlo