segunda-feira, 3 de maio de 2010

Selo


Recebi o primeiro PRÊMIO DARDOS
E quem me mandou foi  a Bahh Grou do
Quem conta seus males espanta

http://contaespanta.blogspot.com/

Prêmio dardos: Com o Prêmio Dardos se reconhece os valores que cada blogueiro mostra cada dia em seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais etc., que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras.E tem três regras.
Aqui vão as regras:
- Exibir a imagem do selo no blog.
- Exibir o link do blog que você recebeu a indicação.
- Escolher 10, 15 ou 30 blogs para dar indicação, e avisá-los.

  1. http://apimentario.blogspot.com/
  2. http://garfosemdentes.blogspot.com/
  3. http://barcaf.blogspot.com/
  4. http://amigosletras.blogspot.com/
  5. http://opapelacobreado.blogspot.com/
  6. http://dhivinayandha.blogspot.com/
  7. http://umanovelaimaginaria.blogspot.com/
  8. http://sinapsesdesgovernadas.blogspot.com/
  9. http://segredosinventados.blogspot.com/
  10. http://angeliquedevries.blogspot.com/

Eperem que Gostem Pessoal
EGP...
Leandro Goulartt

sábado, 24 de abril de 2010

N´alma

Como que n´alma sim
Um estalo luzes de festim
De pássaros pérfidos, viagens

Segredos, desejos que duram
O breve momento de desejar

Como que na vida não, se assim por entre cacos ser partir
Meus sonhos sacros, profanos ?


Desconheço meus astros meus laços
teu visgo sua descendente maldição

Como que na da dança os pés balança
E deslizam a carne mansa os dedos cheios de pecado?

Horas

Auroras boreais, sangue escarlate
Agressivos tons de musicas de cores

E fico assim
Jeito simples de sentir

Essa flecha essa alcança que traspasse minha calma
Perfurando apenas meu coração
Deixando intacta minha alma

Leandro Goulartt

E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram.
Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre.
Miguel Sousa Tavares

terça-feira, 20 de abril de 2010

Na “vista” de um “ponto”

o
Na quina na esquina na chapada diamantina  na savana africana
No deserto arizôna na camada de ozônio na floresta Amazônia
 No retrato de criança ou na panela de mingau

Na partida retalhada na estrada, bifurcada
Na arte literária ou na arte de viver

No comércio desleal no espaço escomunal  na antena da TV
Na musica protestante no reflexo diamante
Na chuva de granizo ou na chuva de unção

Na trova de um bobo no recado de um louco
Na taça de licor na gaiola de um pássaro
No espaço de um abraço ou na cadeia alimentar

Na hora de acorda no pensar de um falar no estar obrigação

Na vista de um ponto
Na ponta de uma língua
No ponto de interrogação

Leandro Goulart
"Todo ponto de vista e a vista de um ponto"

Natureza Morta

Mescla a terra um som de musica,
Com seus tons naturais de trovoes raios e chuva,
Com seu cheiro de cova exumada

Mescla os emaranhados astros intergalácticos
Um show de explosão de cores no espaço
Com seus olhos vivos, sobressaltados sobre a sombra de um tempo exacerbado

Em que lugar infinito se sustenta teu grito, sua palavra redimida?
Onde você brinca você se suja?

O tempo perdido está estampando na face.
Foi no espelho que vi meu rosto maltratado
Minha pela surrada meu olhar adormecido

Mescla o destino uma tragédia, aquilo que evapora feito idéia
Que some torna se lembrança
Que passa por nuanças e nunca mais volta

E a essas misturas de coisas incompreensivas...
Dou o nome de; Natureza morta!

Leandro Goulartt
 
Se uma planta não consegue viver de acordo com sua natureza,
 ela morre, assim também um homem.
Henry David Thoreau

domingo, 11 de abril de 2010

Entropie

 A tarde despedia-se em tons de cinza, tranqüila era realmente um dia lindo

Estava em meu lugar secreto, sempre vou lá quando me sinto de alguma forma “cheio do mundo”. E mais fácil observar o silêncio, observar a si mesmo quando se esta só,


O sol despechava sobre aquele lugar os seus últimos raios, criando um cenário sobrenatural algo realmente entardece dor. Eu nem me percebia às vezes ficava tão incomum. Minhas únicas companhias era um cigarro um musica alguns pássaros desafinados e uma fina brisa, adorava aquela brisa, fazia questão de apanha - lá só para sentir a sensação de castigo, também tenho essa fraqueza essa do alto martírio.

Ficava meio que sedado quase que em transe. Eu me permitia a esse estranho deleite, e quando por algum motivo sentia vontade de chora, eu simplesmente deixava as lagrimas escorre, e elas pingavam silente naquele chão fértil quase que sagrado.

Deitar- se a grama olhar para o céu imaginar coisas mirabolantes arquitetar soluções impossíveis, sonhar sonhos estranhos já me era coisa monótonas, não satisfazia mais o meu desejo, precisava de algo mágico algo realmente estupefato. Incrível como eu estava sempre em contradição, descobrir que dizer sim não e uma questão de escolha mais sim uma questão de guerra, talvez por isso sempre fosse aquele lugar, talvez para me questionar, ou para fugir de alguma forma da realidade, também tenho dessa coisa “alto ilusão”.


Fato é que aquela tarde era esplêndida, e o meu peito esta mais leve só a mente ainda estava um pouco pesada, sempre era assim quando mais penso mais peso, mais isso não me preocupava não muito, sempre soube que as coisas da mente são menos perigosa do que as do coração. Às vezes só queria respirar um ar diferente, outras realmente me isolar, e aos poucos fui descobrindo aquele lugar, devido as minhas tantas idas e vindas, devido as minhas tantas necessidades. Descobrir que eu era meio que anti-social meio que comunista meio que alienado, as coisa passavam por minhas mãos por entre meus dedos e se esvaiam sem culpa sem rancor e sem perdão o verão sempre volta sempre voltava. A tarde despedia-se e tons de cinza e os astrônomos todos se reunião para anunciar um novo astro, eu fica ali por um tempo sem motivo sem explicação, olhando aquele encontro entre benção e maldição, o tempo passava e arrastava com ele tudo eu nem me percebia mais e já não era mais a mesmo, estranhas mudanças que acontece quando agente se vê assim na paz.

Eu estou na paz nesse estante, “eu estou em paz”, não essa paz paranóica coletiva delirante

Eu estou ausente do mundo, só estou para mim mesmo sem qualquer egoísmo. Todo mundo precisa de uma tarde, todo mundo precisa se retratar conversar com si mesmo pensar com si mesmo. . Eu percebia no ar um delicado perfume eram as flores, aquelas quais se antecipavam a escuridão já era hora de partir, despedir-se da tarde de si mesmo, já era hora de voltar para o coral filarmônico dos homens amedrontados, para o mundo das coisas de lá.
Bom que agora tenho um plano.
Leandro Goulartt

Ontem
Todos os meus problemas pareciam tão distantes
Agora parece que eles vieram pra ficar
Oh, eu acredito no "ontem"...
De repente
Não sou metade do homem que costumava ser
Há uma sombra sobre mim
Oh, "ontem" veio de repente
Yesterday

           The Beatles

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Amarspecto

Dentro,olhos d’água quase chuva, que arrasa
que molha e se mostra mansa, calma, insolúvel
Assim entre um por menor um por acaso esqueço-me dos
Laços daquele estranho elo com significado de culpa


Vejo sem vê, através desse arco-de-Iris
Pela quais raios escandalosos penetram incansavelmente
Vejo por assim dizer morto com desgosto com gosto de insatisfação

Percebi sua timidez, sua fragilidade em compor verdade
Percebi seu traje o seu olho fundo cor de caramelo
Mais lá dentro quase chuva uma invasão de sangues sugas
Algo que você não consegue controlar

Vejo por assim dizer tordo, como quem olha com dissabor
Sua própria desventura; percebi que você me avistou
Que me olhou assim frouxo, como quem não quer nada

Dentro olhos d’água quase chuva que arrasa
Foi o seu olhar me condenou que me lançou fora,
Que me lançou dentro, que me vez livre que me vez detento
Que encheu os meus olhos de lagrimas e de amor

Leandro Goulartt
  Tão bom morrer de amor e continuar vivendo.
Mário Quintana

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Terra de Lenore

Um grito, uma voz forte clama por salvação, no peito, um único ritmo o do coração
Eu danço essa musica cheia de dragões essa musica com flautas
Essa musica cheia de magia e encanto, não estou doido não estou viajando
Esse lugar existe, sempre existiu, meu nome é; Eltanin, qualquer estrela ou qualquer peregrino
--------------------------------------------------------------------------------

Um grito uma voz forte quem vem da floresta
Será ele? Será ela? O anfitrião dessa noite
--------------------------------------------------------------------------------

Pálida luz, pálidas faces que se misturam, ao orvalho quente da escuridão
Profundamente, clamo por salvação dançando no ritmo de uma musica cheia de dragões
Com os pés descalço quase que flutuando, não estou doido não estou viajando
Estou em um lugar antiguíssimo, estou na terra de Lenore
Meu nome: Eltanin, qualquer estrela ou qualquer peregrino
Será ele? Será ela? O anfitrião dessa noite
--------------------------------------------------------------------------------

Serpentes rastejam velozmente por entre as folhas secas ao chão
Fadas, muitas fadas, brilham feito olho de lobo
Aqui não é um lugar comum aqui e a terra de Lenore
Sou Eltanin, qualquer estrela ou qualquer peregrino
--------------------------------------------------------------------------------

Um grito, uma voz forte clama por salvação, será ele será ela
Que vira me ensinar o segredo de uma longa vida, ou um poção do amor
Deixe se invadir por essa poderosa canção, que não esta nem ai nem aqui
Você conhece o poder das palavras? Sim! Então você sabe que não estou viajando
--------------------------------------------------------------------------------

Meu nome; Eltain, qualquer estrela ou qualquer peregrino
Mais quem será ela? Quem será ele? Que cavalgam cavalos de fogo
--------------------------------------------------------------------------------

Lá fora todos estão com sede todos estão com fome mais aqui, aqui eu danço
Quer dançar comigo ? Basta beber um pouco de vinho, ou apenas fechar os olhos
Não estou doido não estou viajando, aqui não é um lugar comum
Aqui é a terra de Lenore tenho certeza que saberá disso
--------------------------------------------------------------------------------

Um grito, uma voz forte quem vem da floresta
Será ele? Será ela? O anfitrião dessa noite
--------------------------------------------------------------------------------

Mais quem será ela? Quem será ele? Que cavalgam cavalos de fogo
Um grito, uma voz forte clama por salvação, no peito um único ritmo o do coração
Estou feliz a senhora e o senhor de Lenore esta aqui
Eles dançam comigo essa musica cheia de dragões, essa canção poderosa
--------------------------------------------------------------------------------

Não estou doido não estou viajando, esse lugar existe e não é um lugar comum
É um lugar antiguíssimo, mais conhecido como terra de Lenore
-------------------------------------------------------------------------------


Musica: Terra de Lenore
Letra: Leandro Goulartt
Melodia: Eu e Juninho
Folk/ Celtic Metal- independente


(*Pena que esta na gaveta)

sábado, 3 de abril de 2010

MAR NEGRO

"Muito tempo habitei as águas obscuras, de um mar de fúrias de sombras de revoltas,
Mar de águas tenebrosas que inundava meus pensamentos."
Leandro Goulartt
(O íntimo também fala)

E todas as noites ao som de Enya , Only Time, eu penso, e o pensamento vai longe
Tão longe tão impossível
Eu choro, choro as lagrimas mais quente que uma noite pode me oferecer
Meu peito esta cheio de dor, eu olho da fresta de minha janela e vejo as estrelas
São tão belas tão lindas
Me pergunto : O que será que elas fazem só, nesse espaço tão vasto?
será que elas também me observa?
(EU, ESTRANHO EU)

Who can say where the road goes,
Where the day flows?
Only time...

terça-feira, 30 de março de 2010

Mais eu, oh! Eu não

Um rosto na televisão
Uma voz rouca no radio
Um polemico filme no cinema
Uma peça louca no teatro

Todos dizem; Me abraça

Aproveite a estação
Fuja do perigo das estradas
Tenha paciência meu irmão
Mais eu, oh! Eu não
Não posso ser quer pesar, sem cair em contradição
Não posso se quer sonhar, sem pedir opinião

Muita gente caminhando
Outras tantas no espaço
Um pedido de socorro
Um pedido de resgate
Mais eu, oh! Eu não
Não posso nem dizer ao certo se de fato esta exato
Até parece que a importância é de fato extraditaria

Mais eu, oh! Eu não entro nesse barco que transporta podridão
Um rosto na televisão uma voz rouca no radio
Um polemico filme no cinema uma peça louca no teatro
Mais eu, oh! Eu não
Eu não conto por verdade a mentira de João

Leandro Goulartt