quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Complicity



And if I asked you then
You follow for me, you would follow without looking back?
You go on without fear of regret?
Would you trust?

You hand over your eyes closed if I asked for,
To surrender without fear?
If I said I would be there waiting for you believe me?
You come to me?
Basically what we need is to close your eyes.
Hold hands, we give from the truth.
But if I asked you then you would follow without fear?
You follow for me?

You go on without looking back?
Without fear of regret.
Basically what we need is to feel completely
Of us feel whole.

If I asked you to follow
You follow for me?
Is to say that I always waited for you believe me?
Deep in the background we need is complicity.

Leandro Goulartt.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Something about the truth



I told you not to think about it,
We would suffer reminisce about the past, the more you do not hear me you wanted to know
You want the truth, and you found it.
You knew it was not necessary that we did not go through it
More you want the truth
We were so happy, it was all gone suddenly, he hears time to say goodbye,
You just went,
Did you move past you wanted to know who was wrong,
Did you know the truth. And you found it
We were so happy, now we are strangers,
I told you it would not be easy, that it was all a big mistake
More you do not hear me, I do not understand,
I just wanted you to forget it, that you forgive me, that would have me back,
The more you want the truth, I do not want more.
Today while listening to our song reminded me of you
More you're not here, you're gone, nor do I say goodbye
I told you not to think about it,
We would suffer reminisce about the past, the more you do not hear me you wanted to know
You want the truth, and you found
Then you're gone
And do not even say goodbye.

leandro goulart

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Mais do que dor, ver ou sentir


Eu vi os laços desfeito vi o homem ao chão.
De olhos fechado deixou tudo para traz,
Eu ouvi a musica, vozes pedido ajuda.
Mais do que dor, buraco aberto no peito. 

E lá dentro, dor, guerra,
Aquelas que sempre matam,
Eu me vi no espelho,
Sentir o tempo me arrasta como folha na tempestade,

Vi naves voarem no espaço,
Crianças brincarem no parque,
Vi santos cometerem pecados.
Vi sua boca murmura maldições.

Mais do que dor, perdão,
Ferida que não fecha,
Chaga aberta no coração.
Mais do que dor. Do que tudo,

E vi abelhas produzirem seu mel,
Eu vi homens fracos, entregarem se ao tempo,
Eu vi anjos no inferno.
E vi demônios no céu.

Mais do que dor,
Mais do que isso tudo,
Eu vi o absurdo,
De vê e não vê.

Leandro Goulart De Freitas


domingo, 6 de dezembro de 2009

O QUE SE QUER!



O que se quer é mais, é muito mais.
Mais armas,
Mais sexo,
Mais dinheiro,
Mais poder.

O que se quer é o que se pode.
O que se pode Lá,
O que se pode Cá,
O que se pode já,
O que se pode aqui.

O que se quer é o que já é.
O que já é lindo,
O que já é belo,
O que já é certo,
O que já é perfeito.

Mais o que se quer mesmo, é ter tudo.
É ser do tamanho do mundo,
Ser vasto, ser profundo,
Ser completo.

Leandro goulart de freitas

sábado, 5 de dezembro de 2009

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

LUGAR SECRETO



Hoje voei para meu lugar secreto,
Quando sentir medo,
Quando sentir tua falta,

Ninguém me viu alçar vôo.
Ninguém me viu parti,
Então eu voei para meu lugar secreto.

Lá me sentia seguro,
Lá não avia sombras,
Não avia feras para mim caçar.

Então eu voei para meu lugar secreto,
Lá eu via a lua,
Ouvia a musica da noite inebriada.

Hoje vou para meu lugar secreto,
Voei como pássaro que se liberta de uma gaiola,
Voei para perto de você,

Voei para perto de mim.


Leandro Goulart

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

DESVANECER





Quando tempo não ouço aquela canção.
Quando tempo não sinto as batidas do teu coração.
Há quando tempo não olho te nos olhos.

Ficamos assim em direções opostas,
Fazendo de nossa vida uma aposta,
Quem é que não vai se entregar as emoções.

Quando tempo perdemos? Quando tempo ganhamos?
Nos – redimindo? Nos - retratando?
Nos - escondendo, como crianças.

Quando tempo não vejo o por do sol.
Não sinto a noite debruçar-ser sobre mim calma e silenciosa.
Há quando tempo sua boca não aproxima se da minha.

E ficamos assim calados frios.
Um morrendo no outro a cada instante.
Fazendo de nossa vida algo errante, de nossa história uma ilusão.

Leandro Goulart De Freitas

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

CONTR (A) ÇÃO



 Lua de queijo,
Lua de mel,
Doce nos dedos,
Dedos no céu.
[...]
Meus dias incríveis,
Meu mundo terrível.
[...]
Menino azul,
Pipa amarela,
Cidades dos deuses,
Cidades das feras.
[...]
Sua língua seu vicio,
Seu segredo sinistro.
[...]
Ato divino,
Não condenado.
Pecado sagrado,
Perdão esperado.

Leandro Goulart De Freitas