quinta-feira, 9 de julho de 2009
A LUA
Corre lua vai refletir-se ,
Em poço de lágrimas noturnas.
Vai minguar o sonhos diurnos,
Dos homens mortais.
Corre,cores translúcidas,
Cores lúcidas, imperceptíveis.
Deslize esse seu brilho no arco da noite,
Lua sem sorte lua de azar.
Corre, vai buscar a sua aurora,
No espelho de uma dama vulgar,
No instante obsoleto de ir e vim,
Ou no espaço infinito de nascer morrer e renascer.
Corre lua. Nada melhor do quer olhar.
Nada melhor do que de ver assim,tão distante,
Calma,profana,oculta,
Tão profunda, tão em mim.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Sonho de um vampiro
Como será uma prosa de vampiros? Se só fecha o olhos fosse bastante para sonha um sonho gigante,para sonha um sonho de terror.
Meus olhos não se fecham em alegria avezes dor as vezes nostalgia, os meu olhos se calam em silêncios sepulcrais.
Se só fechar os olhos fosse bastante eu os até mergulharia nas mais profundas aguas hipnóticas.
Mais os meus olhos não se calam não se fecham estão vivos.
Esse,são olhos famintos,olhos,carregados de dor e sofrimento.
Mas como será uma prosa de vampiros do outro lado da janela?
Será que observa meus olhos sagrarem ?
Será que falam sobre uma próxima vítima ?
Eu viajo nesse meu lado obscuro afim de uma fantasia que vale apena, e nem percebo o mal se aproximar.
Mais se só fechar os olhos fosse o bastante para não enxergar, eu ate os fecharia.
Mais a noite se aproxima e eu preciso sonhar!
Sonhar um sonho gigante,cheio de sangue cheio de vítimas!
E em uma outra prosa de vampiro eu preciso contarei como foi minha caçada .
Leandro Goulart
consideração
''Eu sou'' vigília penitência retenção .
A fria noite que rola já não me assusta eu danço essa musica cheia de dragões.
Onde estais pequenina estrela? No fundo no fino na pura alma ou na tortura da duvida ?
Nem sabê,que a noite tombas os nossos delírios,os nossos mesquinhos sonhos de uma estação.
Nos,somos homens ocos.
Somos os homens loucos. Homens cheios de dor e esperança.
Eu sindo o cheiro dessa sua canção,ouço sua respiração de lobo na selva.
Morre e transmuda-te enquanto não sonha. Mais olhe para o céu para o seu destino.
É uma crime,inaudito e ruim ver ti assim tão de reflexo..
Quando chegar a lua cheia vereis refletir o teu espelho numa onda de trovoadas e lampejos como numa noite de iniciação.
Por que niquem de viu de observou tão silenciosamente,niquem viu tua mãos se moverem tão delicadamente em direção aos teus outros irmãos.
Canta ti jovem pastor um canto de corvo de vampiro faminto na noite de sons,deixe-eu apenas mirar te os olhos nesta noite de agitação.
No meu sonho de vi passar,com um relâmpago,no ar você varou a imensidão de um distante espaço infinito,como a encarnação do mal cavaleiro fatal você avançou para dentro do meu mundo.
E eu meio que atrasado...
Bem vindo seja irmão,teu lugar está pronto.
Ruge em mim o clamor de tus inesquecidas cancões.
Leandro Goulart
quinta-feira, 21 de maio de 2009
O VÔO DE ÍCARO

Icaro redimido
Vôo-e criatura um vou celestial.
Arme suas asas de Andrômeda;
Rasque as linhas da imensidão
Seja intocável nas alturas.
Vôo-e criatura, para além das distancias!
Para além das metamorfoses;
Ergui ti tua pompa;
Vá ao império dos seres imortais.
Vôo-e criatura de plumagem arco –ires
Vá para o infinito.
Espalhe os ventos exprimidos;
Aos corações silenciados.
Vôo-e.E trace no ar seu rabisco;
E o seu rastro divino;
Será palavra será poema;
Será caminho.
LEANDRO GOULART DE FREITAS
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LUGAR E PRAZER
AS BORBOLETAS

Explode em cores a suas asas brilhantes
E tua pluma exuberante,
Causa dor aos meus olhos opacos.
Vai uma e vai se tantas outras delas
A procura da flor exuberância, a procura;
Dos bosques das gotas de mel.
E vão se centenas de borboletas, coloridas.
Ornando os campos a Campinas
Repintando os corações desbotados.
(LEANDRO GOULART DE FREITAS)
quinta-feira, 2 de abril de 2009
A ti,poeta cansado!
A TI, POETA CANSADO.
Canse desse tipo pontual.Desses conselhos morais
Cansei dessa rimas embebecitas.Desse eu lírico vulgar.Dessas suas convencidas mentiras.
Cansei desses poetas,malucos desses poetas caducos,desses poetas matutos.
Cansei de tupy de guarani ,e de sertões, de riachos de areias de rosas vermelhas,de rosas amarelas.Cansei de flagelos e de noites perdidas.
Cansei de poemas que cantam a morte ,que bailam a sorte que saltam á boca.
Cansei da invasão do meu mundo.Desses abstratos absurdos ,desse lugar que é lugar nenhum.
Casei desse poeta metido desse poeta fingido ,desse poeta all star.
Cansei ,cansei,cansei! Cansei de tanto amar,de tanto sofrer de tanto espera.
Casei até mesmo dessas minhas palavras pré-escritas. A tu poeta cansado ,cansei!Cansei de mim cansei de você!E cansado todos nós agora estamos,
Eu,Você e as Palavras.
Leandro Goulart
quarta-feira, 1 de abril de 2009
OUTRAS DIREÇÕES
OUTRAS DIREÇÕES
precisos continuar sorrindo e mesmo sozinho,
preciso continuar seguido minhas direções.
Nas estradas case sempre desertas eu arisco uma direção,
partir é sempre bom,más ficar é inexplicável.
Preciso continuar sorrindo,e mesmo você não se importando prefiro continuar cantando.
Nada em mim vás sentido,
não adianta fugirmos do destino
O destino e todas as direções..
preciso continuar sorrindo um dia ,
cruzaremos a mesma esquina,ai você fera
que eu estou mesmo feliz,
precisamos continuar seguindo
se nada em nós vás sentido!
Sabemos que ir e inevitável
leandro Goulart
O MENSAGEIRO
Meu poema não cabe não mudo!
Meu poema e desnudo,sem forma sem direção.
Está para bem perto,quando para bem longe.
Cavalo selvagem,
Meu poema é sem dono...... É meu é seu.
Foge ao menor sinal de perigo,é esquio trapaceiro.
E ele aproveitará,desse momento.
Desse segundo de contemplação,
E fará de você um mensageiro
Das palavras que não cabem no coração!
